Olá, leitores, que eu não gostaria que tivessem lendo isso,
mas... eu desempenharei a função de figurinista na peça “Os sete gatinhos”.
Para falar a verdade, ficar nas funções era uma das coisas que eu menos
desejava. Eu faria coisas chatas, trabalharia muito e no final ninguém sequer
lembraria que fiz algo para que aquele espetáculo acontecesse. Ok, sou
dramática e amostrada :/. Enfim... devido a imprevistos, minha rotina em
duas escolas,falta de personagens e afins, tive eu me conformar em trabalhar
atrás do palco, é...
Surpreendi-me
bastante com essa função. Estou adorando
pesquisar sobre os anos oitenta e procurar roupas, maquiagens e acessórios onde
eu consiga achar a “alma” de cada personagem( o difícil é descobrir essa tal
“alma”). Estou caçando velharias no meu armário e fazendo campanha para os
coleguinhas fazerem o mesmo. O que é mais complicado , além de achar a alma, é que você nunca consegue
achar algo exatamente do jeito que imaginou, então resta aceitar o parecido ou
correr para as adaptações.
Enfim... Dando uma olhada no pai dos burros, sr. google, tentando me inspirar na ousadia dos anos 80 , que trazia cores fortes, acessórios extravagantes e roupa que tentavam ressaltar os traços perfeitos do corpo, e na rebeldia e personalidade forte da personagem Arlete, fiz um esboço do que um dia será seu figurino.Imaginei algo como uma camisa transparente e curta, caída para um lado, saia cintura alta para não deixar aparecer completamente a barriga e mostrar um pouco da época, sandálias de salto, que não aparecem no desenho por causa da minha pouca habilidade, além de acessórios extravagantes, como uma rosa (ou algum prendedor chamativo) no cabelo, colar e brincos grandes.
p.s.: o pingente ainda será escolhido e não será uma cruz.
p.s.²: cores serão definidas de acordo com o que eu conseguir encontrar.

Gabriela Queiroz
"É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo."
C.L.
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